
Sei bem que ainda tenho medo,
medo de algo magoar.
Sai bem que já lá vai o tempo,
tempo de revoltar.
Sinto por vezes o vazio,
na sentença que é a dor.
Visto-me de bravio,
na rua sem cor.
Onde tudo tem uma coerência.
E não clemência!
Percebo que para mim era equipa,
meter um Til para suavizar.
Mas no momento nada feito.
Só existe ponto para atrapalhar.
Sei que vai ressequir,
esta pequena ferida.
Agora vou seguir,
no caminho que é ida!
Fecho os olhos e abraço,
no mundo que é de ilusão.
Encontro os antigos que enlaço
e os futuros que lá virão.
Sonhar faz bem à alma,
idealizar o que quero.
Sonhar dá-me a mão,
algo bem vero.
Por aqui concluo,
a soletrar um instante.
Agora não recuo,
pois não será constante.
medo de algo magoar.
Sai bem que já lá vai o tempo,
tempo de revoltar.
Sinto por vezes o vazio,
na sentença que é a dor.
Visto-me de bravio,
na rua sem cor.
Onde tudo tem uma coerência.
E não clemência!
Percebo que para mim era equipa,
meter um Til para suavizar.
Mas no momento nada feito.
Só existe ponto para atrapalhar.
Sei que vai ressequir,
esta pequena ferida.
Agora vou seguir,
no caminho que é ida!
Fecho os olhos e abraço,
no mundo que é de ilusão.
Encontro os antigos que enlaço
e os futuros que lá virão.
Sonhar faz bem à alma,
idealizar o que quero.
Sonhar dá-me a mão,
algo bem vero.
Por aqui concluo,
a soletrar um instante.
Agora não recuo,
pois não será constante.
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