
Um dia uma mão aparece e ampara uma ligeira queda, queda solitária porque assim está a ser a sensação de união.
À coisas que parece que acabam, é o castigo que tenho por me ligar tanto, é o castigo que tenho por ser tão... tão eu para os outros, talvez.
Não estou feliz hoje, sinto que tenho demasiado espaço aberto à minha volta, tenho saudades de calor amigo anterior... páro por aqui não consigo mais, vou-me entregar à pintura, pode ser que lá encontre a tal mão que me amparará.
P.S. Vou ficar bem, vou ser forte, vou sorrir porque mereço, vou sentir falta porque quero, agora vou embora mal e para a próxima esperarei vir novamente bem.
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