O Pai que tenho, não acredito..
Aquela grande tia, não mais acreditarei.
A esperança de seguir a boa profissão preferida, deixer de acreditar.
Amor que procuro, não ponderei acreditar mais.
Viver com o bem que faço... não acredito.
Sentir que dou alguma prenda com valor, não acredito.
Dois dias passados, 1 dia passado, hoje, amanha, dois dias depois...
não consigo acreditar mais.
Acreditar em chegar a casa para dormir e nada mais querer viver, não é possível.
Confiança confirmada, ilusão fantasiada.
De que vale dizer um valor, de que vale soletrar um nome se não vou acreditar?
Com toda a sinceridade que posso dar, sabendo que sinceridade é algo em que se acredita.
"Não vou mais conseguir, não vou mais apurar, nem mais acreditar em que caracteristicas eu próprio nasci. Foi nascer com o ódio nos olhos de quem me rodeava.. quem sabe esse ódio ainda hoje tenho. Amor? Que é isso?"
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