
Nos dias de hoje os nossos museus estão cheios de belas obras de arte: lindas pinturas de Leonardo, grandes cores de van Gogh e majestosos sonhos complexos de Dali.
Permanecem também, fora dos museus, grandes obras de mestres já há muito desaparecidos. Umas produzidas para o bem e outras para o mal mas, no nosso momento, todas elas com grande sentido artístico e filosófico, tal como o Coliseu de Roma ou o Taj Mahal.
No entanto, estamos em pleno século XXI, vivemos num Mundo onde a evolução é constante, o Homem investe em novos meios mais simples e rápidos de obter o seu sustento em todos os ramos. Que será feito da Arte e da História como a conhecemos? Já pouco existe de criatividade natural e espontânea. As belas obras vão ser esquecidas porque haverão coisas mais fáceis e “vistosas”. Onde cairão os quadros? Talvez serão trocados por grandes chips ou lindas interligações de cabos e motherboard’s. Não condeno a informática, é uma ciência, simplesmente acho que o Mundo esquece rapidamente o que fez o Homem sonhar: cores em telas e mãos pintadas com a cor da Vida.
Que será feito dos artefactos históricos do Homem? Daqui a uns anos vamos olhar e reparar que, a única coisa que temos de 2001, será uma (?) linda lata de Coca-Cola do século passado já bem velhinha, uma vitoriosa em termos de anos de vida.
Sei bem que ainda existem pessoas que continuam com boas raízes mas a tendência é para ir desaparecendo, é esse o receio.
Haverá alguém que conseguirá enfrentar este avanço demasiado rápido?
Permanecem também, fora dos museus, grandes obras de mestres já há muito desaparecidos. Umas produzidas para o bem e outras para o mal mas, no nosso momento, todas elas com grande sentido artístico e filosófico, tal como o Coliseu de Roma ou o Taj Mahal.
No entanto, estamos em pleno século XXI, vivemos num Mundo onde a evolução é constante, o Homem investe em novos meios mais simples e rápidos de obter o seu sustento em todos os ramos. Que será feito da Arte e da História como a conhecemos? Já pouco existe de criatividade natural e espontânea. As belas obras vão ser esquecidas porque haverão coisas mais fáceis e “vistosas”. Onde cairão os quadros? Talvez serão trocados por grandes chips ou lindas interligações de cabos e motherboard’s. Não condeno a informática, é uma ciência, simplesmente acho que o Mundo esquece rapidamente o que fez o Homem sonhar: cores em telas e mãos pintadas com a cor da Vida.
Que será feito dos artefactos históricos do Homem? Daqui a uns anos vamos olhar e reparar que, a única coisa que temos de 2001, será uma (?) linda lata de Coca-Cola do século passado já bem velhinha, uma vitoriosa em termos de anos de vida.
Sei bem que ainda existem pessoas que continuam com boas raízes mas a tendência é para ir desaparecendo, é esse o receio.
Haverá alguém que conseguirá enfrentar este avanço demasiado rápido?
1 comentário:
Está muito bom o texto.
Na minha opinião, e mesmo sendo amante de informática, não me parece que se esqueça tão rapidamente as verdadeiras 'Obras' feitas até hoje, quanto o avanço tão rápido desta evolução constante. Ainda muita coisa será 'criada', mas são as bases delas as mais importantes.
Viva Leonardo Da Vinci, Van Gogh, Dali, o Coliseu de Roma, o Taj Mahal ... !! x) .. e por ai fora, até hoje =P
***(26)^^
Enviar um comentário